Brasão Paroquial

O QUE É UM BRASÃO?
Um brasão é uma insígnia, um distintivo ou um símbolo de alguma pessoa, família ou instituição. Um Brasão Paroquial trata-se de um símbolo, portanto, que identifique, represente gráfica e artisticamente a paróquia. Existe uma Ciência chamada Heráldica que se dedica a descrição e criação de brasões. Trata-se de uma Arte muito antiga, medieval. A Heráldica possui algumas dezenas de regras e a Heráldica Eclesiástica, por sua vez, também possui suas regras.
CONHECENDO NOSSO BRASÃO:
Em nosso brasão paroquial, figuram três elementos da Heráldica Eclesiástica, são eles: a Cruz (chamada cruz hastil), o escudo e o listel (que é a faixa que circunda o Brasão).
A CRUZ HASTIL: Lembra a Cruz processional que precede a equipe de Liturgia e as procissões da Igreja. O seguimento a Nosso Senhor Jesus Cristo é que direciona e guia a Paróquia, CRISTO farol de nossa fé! Na Cruz, a Salvação! Feita em ouro, quer simbolizar a realeza de Jesus Cristo.
O ESCUDO: encontra-se dividido em três partes, simbolizando o mistério da Santíssima Trindade. Em seu flanco esquerdo, encontra-se a imagem de Nossa Senhora e uma criança que simboliza Maria mãe de Jesus e nossa, amparando seus filhos. É a devoção a Nossa Senhora, tão cara à nossa Paróquia e à nossa cidade. A cor desse campo é o azul, que nos lembra do manto de Maria Santíssima que envolve toda nossa querida Macaparana e também nos lembra da Imaculada Conceição, Padroeira da nossa diocese.
 Em seu franco direito, encontra-se uma pomba, simbolizando o Divino Espírito Santo. Faz referência à nossa Diocese. É o Espírito Santo quem rege, vivifica, santifica, ilumina toda a Vida Eclesial! Trás ainda cor vermelha, cor do fogo do Espírito Santo.
Na sua Base, visualiza-se a Hóstia Santa, o símbolo “JHS” que significa “Jesus Hóstia Santa” onde através da Santa Missa a Paróquia busca seu sublime e sacrossanto alimento que traz a Vida Eterna. Encontra-se com a cor Branca que remete a PAZ.
Na extremidade exterior percebe-se o símbolo de canas que remetem a nossa Bandeira Municipal e a cultura do nosso povo.  


O LISTEL: é a faixa que circunda o escudo, nela vemos a identificação literal da Paróquia. Registra também a data de criação da mesma.
 Encontra-se a frase em Latim: “SUB  TUUM  PRAESIDIUM que traduzindo para o Português  significa: “SOBRE SUA PROTEÇÃO”.
 

Brasão Criado em 31/07/2017 por Alexsandro Sebastião Dias de Araújo (Paroquiano) 





100 Anos e Ordenação Diaconal

No dia 06 de Agosto de 2017 aconteceu a celebração dos 99 Anos da Diocese de Nazaré onde na oportunidade ordenaram 6 diáconos para a Igreja de Jesus Cristo. Em 2018 a Diocese de Nazaré completará 100 Anos de Vida e Missão.







Ordenação de Diácono Sérgio Muniz

No dia 05 de Agosto de 2017 foi ordenado pela arquidiocese de Olinda e Recife 9 Diáconos dentre eles Sérgio Muniz ele é Natural de Macaparana-PE da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo, esteve presente o Pe. Christiano Pároco de Macaparana onde na oportunidade revesti-o o Seminarista Sérgio que Hoje Diácono Sérgio, Parabéns e que venha a Ordenação Sacerdotal.  


                  EVENTO ENTRE AMIGOS

Ontem dia 29 de Julho de 2017 aconteceu o Entre amigos no Macaparana Club, onde vários artistas esteve presente cantando, foi uma organização da Comunidade Católica Pai das Misericórdias. 

Você pode ver as fotos clicando no Link abaixo

Você vai ser direcionado para nossa Pagina no Facebook, aproveite curta nossa Pagina e Compartilhe com seus Amigos 
A PASCOM Macaparana está sempre a serviço das comunidades e pastorais.

Refugiados agradecem ao Papa por 'abrir as portas da Igreja'

Santo Padre se encontrou com 121 refugiados que foram 

acolhidos em paróquias romanas

Resultado de imagem para santo padre e refugiados

Na Basílica de São João de Latrão, onde esteve para abertura do Congresso Eclesial da Diocese de Roma, o Papa Francisco se reuniu nesta segunda-feira, 19, com um grupo de 121 refugiados hóspedes de 38 paróquias romanas. Participaram do encontro o Cardeal Agostino Vallini, Vigário-geral de Roma, e o diretor da Caritas diocesana, Mons. Enrico Feroci. 
Francisco elogiou este trabalho de fraternidade, que vai além das religiões. “Obrigado a quem os acolheu e a vocês, que aceitaram ser acolhidos”, disse ao grupo, destacando o ‘belo exemplo’ dado por estas comunidades paroquiais, que aderiram ao seu chamado no Angelus de 6 de setembro de 2015.
Naquela ocasião, o Papa exortou as paróquias e institutos religiosos do mundo a acolher famílias de refugiados de guerras e violências. A partir deste apelo, a Caritas de Roma promoveu dois projetos de acolhimento extensivo: “Era estrangeiro e vocês me hospedaram” e “Pró-teto: refugiado em minha casa”, que criam oportunidades de hospitalidade de requerentes de asilo e refugiados em paróquias, institutos religiosos e famílias romanas.

No encontro, Francisco recordou as pessoas que fogem da violência e das perseguições e deixou votos de que estas histórias de dor e esperança se transformem em oportunidades de encontro fraterno e verdadeiro conhecimento recíproco.
O Papa ainda recebeu um cartaz das mãos de cinco crianças, em que constavam agradecimentos em diversos idiomas.  “Obrigado Papa Francisco por abrir o seu coração e as portas da Igreja”, dizia uma das mensagens.

Papa: adolescência é fase difícil, mas não é uma doença



“Uma cultura sem raízes, uma família sem raízes é uma família sem história, sem memória”. Foi o que disse o Papa Francisco na abertura do Congresso diocesano de Roma, na Basílica de São João de Latrão, na noite de segunda-feira, 19. Francisco também convidou a estar ao lado dos adolescentes, recordando que esta fase da vida é ‘difícil’, mas não é uma ‘patologia’.

O Congresso diocesano deste ano tem como tema “Acompanhar os pais na educação dos filhos adolescentes”. Dirigindo-se às famílias, o Papa disse: “Vocês vivem as tensões desta grande cidade: o trabalho, as distâncias, o tempo reduzido, o dinheiro que nunca é suficiente. Por isso, para simplificar, rezem em dialeto, pensando nas suas famílias e em como formar seus filhos no âmbito desta realidade”.

O Santo Padre observou que muitas vezes é oferecido aos filhos uma formação excessiva em campos que são considerados importantes para o futuro, com a pretensão de que eles se doem ao máximo, mas se dá tanta importância ao fato que devem conhecer sua terra, suas raízes.
Adolescência, fase de crescimento para os jovens

Para o Papa, a adolescência é um tempo precioso na vida dos filhos; um tempo difícil, de mudanças e instabilidade, uma fase que traz riscos e dúvidas, mas crescimento para eles e para toda a família.

Francisco disse também que lhe preocupa a tendência atual dos pais de ‘medicar’ precocemente os jovens. “Parece que tudo se resolve medicando ou controlando tudo com o slogan ‘desfrutar o tempo ao máximo’ e assim, a agenda dos jovens fica pior do que a de um executivo”. Portanto, “a adolescência não é uma patologia que precisamos combater; faz parte do crescimento natural”.

“Eles querem se sentir – logicamente – protagonistas”, “procuram muitas vezes sentir aquela ‘vertigem’ que os faça sentir vivos”. “Assim, temos que encorajá-los a transformar seus sonhos em projetos! Proponhamos grandes objetivos e ajudemo-los a realizá-los!”.
Atenção à juventude eterna e ao consumismo

O Santo Padre atentou ainda para o paradigma e modelo de sucesso que é a “eterna juventude’: ao que parece, crescer e envelhecer é ‘um mal’, é sinônimo de frustração e de uma vida acabada. Tudo deve ser mascarado e dissimulado. “Como é triste que as pessoas façam ‘lifting’ no coração! É doloroso que se queira cancelar as rugas dos encontros, das alegrias e tristezas!”.
O outro perigo é o consumismo

“Educar à austeridade é uma riqueza incomparável. Desperta a criatividade, gera possibilidades e especialmente, abre ao trabalho em grupo, à solidariedade; abre aos outros”.

Enfim, o Papa agradeceu o Cardeal Agostino Vallini, que deixa seu cargo de Vigário-geral de Roma a Dom Angelo De Donatis. “Nestes anos o Cardeal Vallini me manteve com os pés no chão”, disse Francisco.

ANO MARIANO

Resultado de imagem para imagem de nossa senhora aparecida 300 anos
Por misericórdia de Deus e ajudados pela sua Divina Providência, a Igreja no Brasil, caminha rumo ao tricentenário (1717 – 2017) do encontro da Imagem bendita de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, tirada das águas do Rio Paraíba do Sul nas redes de três pescadores daquela região. Entre eles estavam: Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso.

É motivo de júbilo e alegria celebrar com grande magnitude e solenidade tão distinto acontecimento em nossa pátria. A história do encontro da milagrosa Imagem de Aparecida se entrelaça com a história do Brasil, com a nossa tradição, com a nossa cultura e com nossos costumes e crença..

A Igreja no Brasil está em festa! Por ocasião do Jubileu dos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) instituiu o Ano Nacional Mariano, que dará início em 12 de outubro de 2016, Solenidade da Padroeira do Brasil, concluindo-se no dia 11 de outubro de 2017. É um tempo favorável para contemplar Maria como modelo de fé e seguimento do Cristo


:: “Ano Mariano é para celebrar, comemorar e reaprender com Nossa Senhora”, afirma CNBB

Muitas dioceses e paróquias do Brasil, desde o ano de 2014, se preparam para o grande Jubileu dos 300 anos. A imagem peregrina da Senhora Aparecida percorre o nosso imenso solo brasileiro, levando a todos o amor e a misericórdia de Deus. Por onde passa a milagrosa imagem da Mãe do Redentor, o povo aclama, saúda e homenageia a sua bendita padroeira, que por sua intercessão, lança sobre a nossa Pátria inúmeros benefícios, como também, copiosas e generosas graças do Céus.

O Brasil é abençoado pela sua Rainha e Padroeira, que desde o seu Santuário Basílica, olha com misericórdia os seus filhos e filhas, que acorrem à proteção do seu manto bendito.

Foto de: Thiago Leon
nicho_de_nossa_senhora_aparecida_thiago_leon_3
A imagem, que desde o seu trono, impera e reina
como soberana Rainha dos brasileiros

Ao contemplar a pequenina Imagem da Senhora dos brasileiros, venerada no Santuário Nacional, em Aparecida, interior paulista, mergulhamos no amor infinito de Deus, pois quis Ele nos oferecer Sua própria Mãe. Somos filhos de Maria, e com ela participamos do Plano Divino da Copiosa Redenção.

A imagem, que desde o seu trono, impera e reina como soberana Rainha dos brasileiros, foi recolhida das águas do Rio Paraíba do Sul, que quer dizer “rio inútil”, por três pescadores, na segunda quinzena de outubro de 1717, de acordo com os escritos e documentos citados pelos historiadores da época.

A pequena e singela imagem é de barro “terracota”. Ao ser recolhida pelos pescadores, não tinha cabeça, essa fora achada depois e unida ao corpo. Sua tonalidade é castanho-escuro, lembrando a cor negra dos escravos. Isso se deve pelo fato de ser retirada do fundo do rio e ainda pelo picumã das velas acesas, quando venerada pelas famílias que rezavam e pediam sua proteção.

Ao olharmos a querida imagem da Senhora Aparecida nos deparamos com uma primeira mensagem: sinais de uma mulher grávida. Nesse detalhe podemos mergulhar no infinito amor de Deus pela humanidade, pois o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Deparamo-nos com o mistério da Encarnação de Jesus. “O Espírito Santo, que era estéril em Deus, isto é, não produzia outra pessoa divina, tornou-se fecundo em Maria” (Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria). Contemplamos assim o amor de Deus por cada um de nós, que no seio materno de Maria nos comunicou a primeira vinda de Jesus.

Outro aspecto apresentado pela imagem é sua cor negra. Maria se fez igual aos mais simples e humildes. Ela nos indica que a Redenção realizada por Jesus Cristo é universal, não se pode excluir ninguém, todos são filhos e filhas de Deus, vale para todas as pessoas. Somos convidados a contemplar e almejar a vida eterna, como nos ensina o Apóstolo e Evangelista João.

O leve sorriso presente na Imagem reflete o carinho e a alegria de Deus por cada um de nós.

ANO MARIANO

Resultado de imagem para imagem de nossa senhora de fatima 100 anos






O Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal, está entre os santuários marianos mais tradicionais do mundo, com grande número de visitantes. O último levantamento, com dados referentes a 2014, aponta a visita de 5,6 milhões de peregrinos, vindos de 83 países.

A diocese de Leiria-Fátima prepara-se para celebrar, em 2017, os 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos. As aparições, aliás, deram origem ao santuário, considerado um dos mais importantes do mundo e centro de propagação da devoção mariana.




Santuário português durante comemorações de Nossa
Senhora de Fátima, no dia 13 de maio

Além da parceria com o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, que permitiu a entronização da imagem de Fátima em Aparecida, em 2014, e da imagem de Aparecida em Fátima, uma série de atividades vem sendo realizada em preparação ao centenário, que será celebrado em maio de 2017.
O programa de preparação para o centenário teve início em 2010 e, desde então, tem contemplado inúmeras atividades pastorais, enfatizando cada um dos elementos fundamentais que brotam das três aparições do Anjo, em 1916, e das aparições de Nossa Senhora, entre maio e outubro de 1917.

Vários ciclos de palestras, exposições, cursos, concertos musicais, filmes já foram promovidos e continuarão acontecendo até o grande centenário, com o lema O meu Coração Imaculado conduzir-vos-á até Deus, já que o Imaculado Coração de Maria é o símbolo oficial do centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima.

Em entrevista à Agência Ecclesia, o coordenador da Comissão Organizadora do Centenário das Aparições de Fátima (1917-2017), padre Vítor Coutinho, ressaltou que os últimos dois anos das comemorações serão enriquecidos progressivamente com um rico conjunto cultural de atividades festivas, abrangendo atividades que vão desde a música clássica, passando pela música popular, peças de teatro, dança e peregrinações específicas.

De acordo com a agência de notícias católicas ACI, o Papa Francisco deverá participar das comemorações ao centenário das aparições em Fátima, em 2017.

A informação foi divulgada pela agência no início do mês, após confirmação do bispo de Leiria-Fátima, dom Antonio Augusto dos Santos Marto. O santuário local já havia sido visitado anteriormente pelos Papas Paulo VI (1967), João Paulo II (1982) e Bento XVI (2010).

Santuário de Fátima

O Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima nasceu a partir da devoção à Virgem de Fátima. No local onde Nossa Senhora apareceu para as três crianças foi construída uma capela, hoje conhecida como Capelinha das Aparições.

Além da capela, integram o complexo do Santuário o Recinto / Esplanada do Rosário, a Basílica de Nossa Senhora do Rosário e colunatas, casa de retiros de Nossa Senhora do Carmo e Reitoria, casa de retiros de Nossa Senhora das Dores e albergue para doentes, praça Pio XII e Centro Pastoral Paulo VI, Basílica da Santíssima Trindade, Capela do Lausperene e a Capela da Reconciliação.





Fiéis veneram imagem de Nossa Senhora de Fátima
em celebração festiva

O projeto do Santuário foi criado pelo arquiteto holandês Gerardus Samuel van Krieken e executado por João Antunes, arquiteto português. No dia 13 de maio de 1928, foi benzida a primeira pedra pelo arcebispo de Évora, dom Manuel Mendes de Conceição Santos. A sagração aconteceu no dia 7 de outubro de 1953. No ano seguinte, o Papa Pio XII concedeu o título de basílica ao Santuário de Fátima.

História das aparições

As aparições de Nossa Senhora em Fátima começaram no dia 13 de maio de 1917, e tiveram como protagonistas três crianças que pastoreavam um pequeno rebanho, na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém.

Lúcia de Jesus, de 10 anos, e seus primos Francisco e Jacinta Marto, de 9 e 7 anos, respectivamente, saíram de casa após rezar o terço para brincar nas imediações, onde construíam uma pequena casa de pedras.

Enquanto mexiam nas pedras, viram uma luz brilhante, parecida com um relâmpago. Decidiram ir embora, mas foram surpreendidos por outro clarão, que logo se transformou em uma senhora segurando um terço branco.

A Senhora disse as pastorinhos que era preciso rezar muito, convidando-os a voltar ao local durante cinco meses consecutivos, sempre no dia 13, no mesmo horário.

Elas então voltaram e, nos dias 13 de junho, julho, setembro e outubro, a Senhora apareceu novamente. No dia 19 de agosto, a aparição aconteceu em outro local.

Na última aparição, ocorrida no dia 13 de outubro, a Senhora apareceu para as crianças e um grupo de 70.000 pessoas. Ela afirmou ser a “Senhora do Rosário” e então pediu que ali fosse construída uma capela em sua honra.




Registro dos três pastorinhos que
avistaram a Virgem Maria, em 1717

Após a aparição, o sol mudou de cor, ficando parecido com um disco de prata, e podia ser observado sem dificuldade. Além disso, girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo aproximar-se da Terra. Cumpria-se, então, o que a Virgem havia anunciado às crianças nas aparições de julho e setembro.

A Virgem de Fátima voltou a aparecer para Lúcia, que já era uma religiosa de Santa Doroteia, em 10 de dezembro de 1925, 15 de fevereiro de 1926 e na noite de 13 para 14 de junho de 1929. Nessas aparições, ela pediu a devoção dos cinco primeiros sábados, para que rezasse o terço, meditasse os mistérios do Rosário, confessassem-se e recebessem a Sagrada Comunhão, em reparação aos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria. Ela também pediu a consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração – repetindo o que já havia pedido em julho de 1917.

Anos depois, irmã Lúcia revelou que, entre abril e outubro de 1916, havia presenciado a aparição de um Anjo junto com os outros dois pastorinhos. O Anjo convidou-os à oração e à penitência.

Desde que aconteceram as aparições, o número de peregrinos em Cova da Iria só começou a aumentar. As peregrinações começaram a acontecer nos dias 13 de cada mês e foram intensificando-se, hoje ultrapassando os cinco milhões de visitas anuais.

Dia Mundial das Comunicações Sociais

Evento em São Paulo vai refletir 51º Dia Mundial 

das Comunicações Sociais


Comunicação Social_Shutterstock

O Serviço à Pastoral da Comunicação (SEPAC), em parceria com a Arquidiocese de São Paulo, a Revista Família Cristã e a Paulinas-COMEP, promove na capital paulista o evento “Retratos de Esperança”.

O encontro acontece em 17 de maio, às 19h30, no Auditório Paulo Apóstolo (Rua Dona Inácia Uchoa, 62 – Vila Mariana) e será palco de reflexões sobre o 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais – data estabelecida pelo Concílio Vaticano II (Inter Mirifica, 1963).

O público recebe a participação do Cardeal Odilo Pedro Scherer e do bispo auxiliar, Dom Devair Araújo da Fonseca e do padre coordenador da Pastoral da Comunicação (PASCOM), Luiz Cláudio Braga, que falarão sobre a mensagem que o Santo Padre publica, tradicionalmente, sobre a data.

Também participam do evento, com testemunhos sobre a esperança na comunicação, o jornalista e apresentador da TV Cultura Aldo Quiroga, a colunista da Revista Família Cristã e mestra em Direito Social Valdênia Lanfranchi, a irmã paulina Natividade Pereira e Miguel Ahumada, jornalista da Web Rádio Migrantes.

O Dia Mundial das Comunicações Sociais é o dia dedicado pela Igreja aos meios de comunicação, celebrado em muitos países no Dia da Ascensão do Senhor (domingo que precede a Festa de Pentecostes). Neste ano, o Dia Mundial das Comunicações Sociais cai em 28 de maio e tem como tema “‘Não tenhas medo, que Eu estou contigo’ (Is 43,5). Comunicar esperança e confiança no nosso tempo”.

Em sua mensagem para este Dia Mundial das Comunicações Sociais, o papa Francisco diz que há a necessidade de romper o círculo vicioso da angústia e deter a espiral do medo, resultante do hábito de fixar a atenção nas “notícias más” (guerras, terrorismo, escândalos e todo o tipo de alimento das vicissitudes humanas). Não se trata, naturalmente, de promover desinformação ou ignorar o drama do sofrimento, nem de cair em um otimismo ingênuo que não se deixe tocar pelo escândalo do mal. “Num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção e, por conseguinte, não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculos, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero”, diz o papa.

O evento “Retratos de Esperança” será apresentado por Helena Corazza e terá Cantores de Deus como atração musical. O arcebispo Dom Odilo fica disponível para atender a imprensa durante uma hora, antes do evento (às 18h30).

CAMPANHA DA FRATERNIDADE

Tema e lema da Campanha da Fraternidade 2017

Tema: “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15)

cartaz da campanha da fraternidade 2017

Foi definido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) o tema e o lema da Campanha da Fraternidade 2017. A CF 2017 deste ano será sobre: “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”, tendo como lema “Cultivar e guardar a Criação”.

O assunto para definir a criação do tema e do lema foi discutido em uma das reuniões do Grupo de Assessores (GA) d CNBB, que foi realizada no dia 2 de maio deste ano.
Ainda sobre a Campanha da Fraternidade de 2017, o secretário-adjunto da pastoral, o Padre Antônio Catelan, explicou que na reunião que teve, o grupo teve a oportunidade de fazer o primeiro estudo sobre o texto da CF 2017. “Em geral, o texto que é apresentado, passa por várias revisões e esse é o primeiro contato feito por nós”, afirmou o Padre Antônio.

Para definir o tema e o lema da Campanha da Fraternidade de 2017, os assessores se dividiram em sete grupos, sendo seis grupo destinados a estudar os seis biomas brasileiros e um grupo trabalho o tema da CF 2017.

O que é Eucaristia?

O que é Eucaristia

Eucaristia é uma palavra grega que significa “dar graças” ou “agradecer”. Esta palavra ganhou um significado novo e profundo quando os cristãos passaram a chamar de “Eucaristia” a Última Ceia celebrada por Jesus. Isto aconteceu porque nesta ceia Jesus “deu graças a Deus” e se entregou total e gratuitamente por amor à humanidade.
Na Ceia Eucarística Jesus transformou o pão e o vinho em seu corpo e seu sangue dizendo: “Isto é o meu corpo… Isto é o meu sangue.” Além disso, ele deu aos apóstolos o poder de perpetuarem este milagre dizendo: “Fazei isto em memória de mim.” Por isso, a Eucaristia tornou-se “sacramento”, isto é, um meio pelo qual Deus se faz real e eficazmente presente entre nós.
O sacramento do Corpo e Sangue de Cristo nos dá a vida em plenitude. Esta vida consiste, primeiramente, em comungarmos o corpo e o sangue de Jesus e tê-lo dentro de nós. Quem experimenta sabe o que é comungar o corpo e o sangue do Senhor. Mas, além disso, esta vida de Deus dentro de nós preenche o anseio mais profundo do nosso coração, dando-nos um novo gosto para a vida: o gosto do amor e da comunhão.
Quem participa da mesa da comunhão torna-se um com Jesus e colaborador no projeto de Deus, defendendo, protegendo e promovendo a vida.
Por isso a Eucaristia é o Sacramento dos Sacramentos, pois coloca Jesus Cristo no centro da vida cristã e motiva o amor solidário entre as pessoas, famílias, comunidades e Igreja. A Eucaristia ensina que o amor ultrapassa o individualismo e a acomodação.
Os judeus celebravam na Páscoa a libertação da escravidão no Egito para a liberdade na Terra Prometida. Jesus dá um novo significado à Páscoa hebraica: Seu corpo entregue e Seu sangue derramado são a libertação do pecado, a passagem da morte para a vida. Este é o fundamento da Nova Aliança que Jesus nos trouxe através da Eucaristia.
A Eucaristia é o Banquete, o alimento, o sacrifício que reconstrói a unidade que Jesus almeja para o Seu povo. Quem vive realmente este sacramento torna-se capaz de doar a vida para que a comunhão plena do Povo de Deus se realize.

Oração: a porta da santidade


Crescer na vida de oração é crescer no amor a Deus. "Para aproveitar neste caminho e subir às moradas desejadas", ensina Santa Teresa d'Ávila, "o essencial não é pensar muito, mas amar muito".

Nesta aula, percorra a estrada dos santos e aprenda o que é a oração, como começar uma vida espiritual e como perseverar nesse caminho.

Há três perguntas básicas sobre a oração que devem ser respondidas nesta aula, a saber: O que é oração? Como começar uma vida de oração? Como perseverar em uma vida de oração? Falaremos, principalmente, da oração dos principiantes, daqueles que estão ainda no começo da vida espiritual.
Antes de qualquer coisa, é importante buscar uma definição de oração. São João Damasceno diz que "a oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus dos bens convenientes"[1]. Quando se fala de oração, fala-se de uma realidade para seres racionais, mas de uma atitude que parte sempre de um ser inferior em direção a um superior. Assim, só os homens e os anjos podem rezar.
Dispensando de explorar essa definição do Catecismo de forma detalhada, a oração não é algo simplesmente racional, mas um fato ligado ao amor. Como diz Santa Teresa de Ávila:
"Para aproveitar neste caminho e subir às moradas desejadas, o essencial não é pensar muito – é amar muito. Escolhei de preferência o que mais vos conduzir ao amor.
Talvez nem saibamos o que é amar, o que não me espanta. Não consiste o amor em ser favorecido de consolações. Consiste, sim, numa total determinação e desejo de contentar a Deus em tudo, em procurar, o quanto pudermos, não ofendê-lo e rogar-lhe pelo aumento contínuo da honra e glória de seu Filho e pela prosperidade da Igreja Católica."[2]
"O essencial não é pensar muito – é amar muito". Rezar é muito mais do que pensar: é cultivar um relacionamento com Deus. A santidade não consiste simplesmente em seguir os mandamentos, mas em aumentar o amor para com Deus. Para ser santo é preciso progredir no amor, e este, por sua vez, cresce quanto maior e mais frequente é a oração que se faz. Diz, ainda Santa Teresa, noutro lugar:

EVANGELIZAR É A NOSSA MISSÃO

EVANGELIZAR É A NOSSA MISSÃO

Papa Francisco

Papa Francisco